De madrugada, retornando ao templo, Jesus reuniu-se com aquele povo, e ensinando-lhes sobre o amor, dizia coisas que jamais ouvidas.
E, entretanto, quiseram prová-lo os fariseus e os mestres da lei, ao entregarem pobre pecadora, não hesitavam em apedrejá-la.
Mulher, ninguém te condenou? Não, ninguém me condenou! Nem eu te condenarei. Vai e não peques mais. Vai e não peques mais.
Ali estavam os acusadores para tramar a morte de Jesus, e, persistindo em interrogá-lo, com artimanhas, mostravam a Lei
que tinha sido escrita por Moisés: Por isso temos um motivo justo: O que tu dizes sobre este preceito, O que tu falas sobre este assunto?
Eles armados com pedras nas mãos estavam prontos para condenar aquela pobre mulher indefesa e sem mais chances para caminhar.
Quando, inclinado no chão a escrever, Jesus pergunta dentre todo o povo: Se alguém não peca, que seja o primeiro. Apedrejá-la é um motivo novo?
Todos aqueles, ao ouvirem isto, foram aos poucos desistindo disso. Jesus ficou sozinho com a mulher que se encontrava em meio àquele povo.
Deus não protege a quem somente é justo, mas quer salvar também os pecadores. Não condenar, é para isto que veio e dar sua vida para a salvação.
Só Deus assim é quem pode fazer a vida velha em nova transformar. O Filho do Homem é o libertador, e do pecado nos faz desviar.
É pela graça que nós somos salvos, e em Jesus o sinal é eficaz, ele liberta a humanidade inteira e em criaturas novas nos refaz.