Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca mais há de ter fome; quem crê em mim nunca jamais há de ter sede.
Deus ordenou, então, as nuvens lá do céus, * e as comportas das alturas fez abrir; fez chover-lhes o maná e alimentou-os, * e lhes deu para comer o pão do céu.
O homem se nutriu do pão dos anjos, * e mandou-lhes alimento em abundância; fez soprar o vento leste pelos céus * e fez vir, por seu poder, o vento sul.
Eles comeram e beberam à vontade; * o Senhor satisfizera os seus desejos. Com tudo isso, eles pecaram novamente, * não deram fé às maravilhas do Senhor.
Mas o Senhor, sempre benigno e compassivo, * quantas vezes dominou a sua ira! Recordava-se que eles eram carne, * sopro que passa e jamais torna a voltar.